[WEBSÉRIE] Digitalização das empresas: analisando o mercado atual

episódio 3 - digitalização das empresas
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Em parceria com a StartSe, o 3º episódio da websérie “Transformações Reais” traz discussões sobre a acelerada digitalização das empresas que o mundo experimentou no último ano. Entenda a importância dessa tendência, seus desafios e benefícios.

A pandemia fez mais de 87,5% das empresas do Brasil acelerarem seus projetos de transformação digital, de acordo com o estudo Índice de Transformação Digital da Dell Technologies 2020 (DT Index 2020). O número ficou acima da média mundial, que é de 80%.

Porém a digitalização das empresas ainda é motivo de dúvidas entre muitas organizações brasileiras. Quantos profissionais devem estar envolvidos? Quais os primeiros passos? Que tecnologias utilizar? São apenas algumas das principais perguntas.

Já está no ar o terceiro episódio da websérie “Transformações Reais”, desenvolvida em parceria com a StartSe!

Daniel Wildt, Chief Heart Officer da uMov.me; Daniel Misturini, Gerente de Tecnologia da Cooperativa Santa Clara; Alexandre Trevisan, CEO da uMov.me; Fred Santoro, Head de Startups da AWS no Brasil; e Marcelo Abib, CEO da Work On, falam sobre a digitalização das empresas, seus desafios e oportunidades.

Digitalização das empresas: uma questão de sobrevivência

“Eu acho que, de algum modo, todo mundo está sendo obrigado a digitalizar. As empresas que não estão se digitalizando estão deixando de existir”, analisa Daniel Wildt.

Essa realidade também é apontada na DT Index 2020: 92% das companhias têm reinventado o modelo de negócio, devido ao cenário gerado pela Covid-19.

Isso indica que empresas de diferentes segmentos perceberam, com o impulso da pandemia, a necessidade de se reinventar com o uso da tecnologia

São os recursos tecnológicos como aplicativos de entrega ou de videoconferência que tornaram o dia a dia profissional possível para muitas pessoas ao redor do mundo.

Ainda assim, 27,5% temem não conseguir sobreviver nos próximos dois anos. 

“Quando estamos em meio a uma pandemia e distanciamento social, você deve criar estratégias para mudar o jogo da sua empresa. Com atendimento take away, delivery ou online, por exemplo. É preciso pensar em alternativas”, explica.

“Por costume, muitas pessoas e empresas gostam de ter o atendimento local e nunca se preocuparam em definir uma carteira de clientes nem pensaram em ter diferentes estratégias de vendas, de comunicação, etc”, completa Wildt.

Algumas das iniciativas incluem priorizar investimentos em soluções para o trabalho remoto e home office (58,3%), reinventar a forma de entregar produtos e serviços para clientes e colaboradores (44,6%) e aumentar os esforços para evitar ataques cibernéticos (40,6%).

Digitalização das empresas na prática

“Alguns cenários de transformação digital, com implantação de ferramentas, tiram uma carga de um setor, funcionário ou processo que estava sendo estressante. Então isso é um ganho para a empresa”, afirma Daniel Misturini.

Um exemplo disso é que, hoje, com um smartphone e alguns cliques, é possível solucionar problemas, gerenciar o time, acompanhar a empresa remotamente e receber informações úteis para a tomada de decisões, entre outras funcionalidades de inúmeras ferramentas disponíveis.

Alguns gestores e funcionários ainda se mostram resistentes às mudanças nas culturas de trabalho. Porém, com soluções intuitivas e que ganham tempo para a equipe, é possível se adaptar até o ponto em que time e tecnologia se tornam aliados poderosos.

“Essas mudanças fizeram com que diferentes segmentos passassem por uma reestruturação muito significativa, que só foi possível através da digitalização das empresas e dos seus processos por meio de uma forma de repensá-los tendo a tecnologia e as pessoas como eixo principal”, analisa Trevisan.

Aplicativo ou plataforma?

Para decidir entre aplicativo e plataforma, Daniel Wildt aconselha: analise a jornada do cliente!

“Você deve acompanhar a jornada do cliente e ver que momento do trabalho ele utiliza a sua solução para resolver um problemas. Isso vai ajudar a decidir o que faz sentido estar no mobile ou não. Você precisa entender o contexto do cliente”.

Segundo Alexandre Trevisan, o maior erro é imaginar que o aplicativo é apenas uma versão de uma solução tradicional, seja física ou digital.

“Na prática, a forma como a uMov.me procura fazer a construção dos seus projetos é centrado no usuário e imaginar quais sãos as informações que aquele usuário precisa naquele momento para digitalizar aquela atividade específica”.

Veja como a Santa Clara economizou e agilizou o transporte de leite com aplicativo de logística

Tecnologia para pessoas: mais que uma tendência de mercado

É preciso lembrar que cada empresa tem as suas características e rotinas e, mesmo dentro de uma mesma empresa, cada usuário pode ter necessidades diferentes

“Aplicativos precisam contemplar as diferenças para garantir a produtividade e a eficiência do usuário, consequentemente resultando no melhor retorno sobre o investimento”, argumenta Trevisan.

Fred Santoro, por sua vez, também acredita que o processo de inovação começa a partir do cliente. “É um mecanismo que chamamos de Working Backwards. 90% dos produtos que lançamos foram pedidos diretamente por nossos clientes. Os outros 10% estavam nas entrelinhas”.

Cultura tecnológica e colaborativa

“Cada vez mais a cadeia produtiva tende a estar integrada. Essa tendência chama-se ECR: Efficient Consumer Response, ou seja, responder rapidamente ao estímulo do consumidor. E a TI é o que junta as peças, promovendo uma relação colaborativa”, explica  Marcelo Abib.

“Essa tendência vai crescer, consolidar-se e gerar impacto”, diz ainda.

Ou seja, em um mercado caracterizado pela digitalização das empresas, colaboração e tecnologia devem andar juntas para promover ainda mais desenvolvimento.

Parceria com a StartSe

A StartSe é uma plataforma de conhecimento em negócios que simplifica a complexidade que existe no mundo e traz de forma rápida, instigante e personalizada o aprendizado mais atual que existe, o chamado “conhecimento do agora”.

Em outras palavras, trata-se de uma escola de negócios para quem quer transformar o futuro hoje. Há 4 anos, ajuda profissionais e empresas a se manterem competitivos e relevantes no contexto da nova economia.

A websérie Transformações Reais

Transformação é uma palavra-chave para entender o atual momento do mercado. 

É por isso que o conceito também está no centro da nova websérie lançada pela StartSe em parceria com a uMov.me.

“Transformações Reais” apresenta, em quatro episódios inéditos, depoimentos sobre cultura e valores corporativos, tecnologia – em especial, no-code –, relações entre o mercado e o processo de digitalização das empresas, e, ainda, sobre o papel social das companhias.

E não esqueça: o próximo e último episódio da websérie vai ao ar no dia 14 de setembro, trazendo o tema “colaboração no ecossistema”.

Assista agora ao 3º episódio da série, “Digitalização das Empresas”:

Confira os detalhes sobre o 2º episódio que fala sobre tecnologia e os desafios da transformação corporativa.

Considerações sobre a digitalização das empresas

No mercado cada vez mais competitivo do século XXI, estar sempre inovando é o que mantém corporações dos mais diversos segmentos no jogo e aptas a crescer.

Ou seja, a digitalização das empresas não é apenas uma tendência, mas também uma necessidade.

Com as novas soluções tecnológicas, é possível levar mais qualidade ao consumidor ou usuário final do produto, de maneira mais rápida e com maior custo-benefício.

Nesse contexto, otimizar e transformar tarefas, equipes e processos representa uma vantagem importante.

Agende uma demonstração gratuita e descubra como a uMov.me pode fazer a diferença para a digitalização das empresas!

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