[WEBSÉRIE] Tecnologia e os desafios da transformação corporativa

Em parceria com a StartSe, o 2º episódio da websérie “Transformações Reais” traz discussões em torno da tecnologia no-code e do seu uso no mercado. Entenda a importância dessa tendência e qual o impacto na operação dos mais diversos negócios.

Com a transformação digital das empresas, espera-se que, em breve, todas estejam na mesma página e saibam lidar com as novas tecnologias. Segundo o estudo IDC FutureScape de 2020, a expectativa é que, em três anos, 25% das aplicações não serão feitas por programadores. 

Mas como isso é possível?

Conhecidas como no-code, as plataformas de desenvolvimento sem código permitem que pessoas sem conhecimento de programação criem softwares usando interfaces gráficas e configurações ao invés da programação tradicional.

No segundo episódio da websérie “Transformações Reais”, desenvolvida em parceria com a StartSe, Daniel Wildt, Chief Heart Officer da uMov.me, e Alexandre Trevisan, CEO da uMov.me, conversam sobre a tecnologia no-code, sua importância para a transformação digital, seus usos no mercado de trabalho e o futuro com mais autonomia, autogestão e automação. Confira!

Qual o papel da tecnologia para os negócios?

Para Daniel Wildt, a grande dificuldade das empresas de hoje é pensar que toda tecnologia vai resolver o problema.

“A tecnologia sempre vai ser um meio que vai acelerar ou diminuir a velocidade com que os negócios conseguem avançar no mercado”. Então o uso de tecnologia sempre tem que vir para acelerar o potencial humano já presente”, explica.

Isso significa que a tecnologia deve ser pensada como uma forma de gerar maiores ganhos para o que já é feito, como uma ferramenta capaz de impulsionar suas tarefas. Ela é um meio de tornar suas atividades mais eficientes ao mesmo tempo em que ganha qualidade.

“O importante no processo de digitalização das empresas é garantir que ele não fique apenas na superficialidade, que não fique apenas na operação. O processo de digitalização tem que ampliar, tem que chegar na tática e na estratégia da companhia”, complementa Trevisan.

A forma de chegar à estratégia, segundo o CEO da uMov.me, é romper as barreiras e as fronteiras da empresa: “Isso ocorre conectando seus fornecedores e clientes, entregando serviços, que antes eram somente internos, para que eles possam também ser executados do lado de fora”.

O que é tecnologia no-code?

Uma plataforma no-code – que, em português significa “sem código” –  como a uMov.me é uma plataforma de desenvolvimento de aplicativos, na qual não é necessário usar códigos, testes, correção de bugs e etc.

Dessa forma, criar ou atualizar softwares é mais ágil, intuitivo e acessível, tornando qualquer um apto à sua utilização, mesmo sem conhecimento de programação.

Em outras palavras, uma plataforma no-code facilita e agiliza ainda mais o desenvolvimento de soluções inovadoras. Na prática, isso significa dar adeus a longos treinamentos para os colaboradores e ao uso de códigos complexos.

A customização de aplicativos também é ainda melhor com a plataforma no-code.

Qualquer modificação adicional pode ser incorporada sem dificuldade ou necessidade de recorrer a um profissional de TI, já que sua interface faz com que qualquer colaborador possa resolver problemas e acrescentar novas condições e regras para os processos executados em campo.

Como a tecnologia no-code transforma a rotina das empresas?

Para Wildt, o grande desafio do mundo no-code trata-se do quanto é possível habilitar pessoas que não têm experiência com programação para que elas possam resolver situações usando a tecnologia. 

“Eu uso o conhecimento de negócio que eu já tenho e adiciono a isso uma solução técnica que me potencializa, faz com que eu consiga entregar mais com as ferramentas que tenho à disposição no momento”.

A tecnologia no-code traz novas possibilidades em termos de autonomia, já que o colaborador não fica dependente do setor de TI, e de automação, pois se torna possível tornar automáticas tarefas que não necessitam de apoio humano. 

São mudanças como essa que deixam a sua equipe livre para se concentrar na estratégia da empresa, para criar soluções inovadoras e entregar atividades com maior qualidade, enquanto as tarefas mecanizadas são deixadas nas mãos de algo mecânico, como um aplicativo.

Mas para quem está pensando que essa mudança vai acabar com a profissão de programador, Daniel Wildt deixa o recado: 

“O no-code não é o fim das pessoas que trabalham com tecnologia. Eu sou desenvolvedor há 24 anos e vou continuar desenvolvendo códigos ao mesmo tempo em que busco soluções no-code para acelerar o meu trabalho e ganhar tempo”.

Isso significa que, embora diversos problemas e desafios enfrentados pelas empresas já possam ser resolvidos com tecnologia no-code, sempre há necessidade de profissionais de TI, especializados na busca de soluções mais complexas e profundas: “Todos os setores são beneficiados pela automação”.

A plataforma uMov.me

Segundo Alexandre Trevisan, a digitalização das empresas e dos negócios está só começando. “Esse é um processo que a cada ano, a cada ciclo, vai ficando mais acelerado e mais intensivo”, destaca.

É por isso que já existem empresas focadas em tecnologia no-code que podem ajudar o seu negócio a encontrar as ferramentas mais adequadas e criar novas soluções, sem ter que se preocupar com códigos. 

A uMov.me é uma delas! Como uma plataforma de criação de aplicativos B2B, oferece soluções ágeis e acessíveis aos clientes. 

Nosso objetivo é acelerar a transformação digital para o benefícios de todos e tornar o acesso a aplicativos personalizados mais fácil e eficiente, ajudando pessoas e empresas.

Parceria com a StartSe

A StartSe é uma plataforma de conhecimento em negócios que simplifica a complexidade que existe no mundo e traz de forma rápida, instigante e personalizada o aprendizado mais atual que existe, o chamado “conhecimento do agora”.

Em outras palavras, trata-se de uma escola de negócios para quem quer transformar o futuro hoje. Há 4 anos, ajuda profissionais e empresas a se manterem competitivos e relevantes no contexto da nova economia.

A websérie “Transformações Reais”

Transformação é uma palavra-chave para entender o atual momento do mercado. 

É por isso que o conceito também está no centro da nova websérie lançada pela StartSe em parceria com a uMov.me.

“Transformações Reais” apresenta, em quatro episódios inéditos, depoimentos sobre cultura e valores corporativos, tecnologia – em especial, no-code –, relações entre o mercado e o processo de digitalização das organizações, e, ainda, sobre o papel social das companhias.

Assista ao 2º episódio da série, “Tecnologia”:

Para ver mais

Assista aos outros episódios da websérie:

Considerações sobre tecnologia e as transformações corporativas

A possibilidade de que todos se tornem programadores por meio da tecnologia no-code vem revolucionando diferentes mercados. O uso de plataformas interativas e flexíveis tornou-se uma forma de se manter relevante e alcançar mais produtividade em qualquer área.

A plataforma uMov.me permite que profissionais não especializados em programação sejam capazes de construir as suas soluções. Isso é muito significativo em um momento em que os desenvolvedores profissionais são cada vez mais difíceis de encontrar no mercado”, analisa Alexandre Trevisan.

A tecnologia no-code não apenas oferecerá soluções facilitadas, como também irá otimizar os processos. A empresa ganha total liberdade para criar, testar e adicionar novas funcionalidades ao seu aplicativo, tornando os processos mais ágeis e mais alinhados com a sua estratégia.

Fique de olho aqui no nosso blog para acompanhar os próximos episódios da websérie “Transformações Reais”.

Quer promover transformações reais para o seu negócio? Saiba como a uMov.me pode ajudar a sua empresa a vencer esses desafios.

Assista ao episódio 2 - tecnologia

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