Você sabe o que é Internet das Coisas (IoT)?

Internet das Coisas ou Internet of Things (IoT), como conceito, passa por constantes reformulações. Até porque, a conexão via internet entre dispositivos fixos ou móveis vêm sendo pensada há décadas e de forma contínua.

Com as diversas inovações tecnológicas ocorridas nos últimos anos a Internet das Coisas tornou-se um elemento primordial para o futuro.

Neste artigo, descubra o que é IoT, como ele é aplicada e de que forma ela impacta e impactará cada vez mais as nossas vidas.

Boa leitura!

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Internet das Coisas ou internet of things?

Afinal, existe uma diferença entre Internet das Coisas e internet of things (IoT)? Não.

Os termos estão corretos e descrevem um mesmo fenômeno ou um conjunto de tecnologias. A única diferença, na realidade, é forma da escrita: em português ou em inglês.

Para ampliarmos as informações sobre IoT, é fundamental responder à questão inicial do texto de maneira mais aprofundada.

Então, o que é IoT Internet das Coisas? Para responder à pergunta, é preciso olhar para a História.

A Internet of Things, pelo menos como conceito, iria surgir a partir da junção de diversas tecnologias. E o berçário dessa inovação foi o notório Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) no início dos anos 1990.

Há duas tecnologias importantes que proporcionaram a criação conceitual da IoT – Internet das Coisas. São elas a combinação da Identificação por Radiofrequência (RFID) e o Wireless Sensor Network.

Contudo, a denominação de Internet of Things só iria surgir em 1999 com o tecnólogo Kevin Ashton.

Aplicação e evolução

Inúmeros recursos tecnológicos foram sendo empregados para proporcionar conexão de dispositivos e artefatos. Além do bluetooth, a comunicação por campo de proximidade (CPP) também é um recurso utilizado em IoT.

Porém, de todo o modo, os recursos cada vez mais inovadores em RFID são a base técnica e funcionado para IoT.

A ideia da IoT nos primórdios é a da conexão da internet em objetos físicos, sobretudo sensores. Uma das histórias mais recorrentes sobre o nascimento de IoT é o da conexão de uma torradeira com um computador.

Ao longo dos anos seguintes, a ideia de conectar o mundo físico com o virtual da internet não foi alterada.

Na realidade, o campo de práticas de IoT foi diversificado e conta hoje com testes aprofundados. Desse modo, atualmente, o campo de aplicabilidade e de uso de IoT é muito amplo.

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IoT: Aplicações e tecnologias

Pense em computadores, tablets, smartphones e televisores, que transmitem sinais, um para o outro, por meio de um rede conectada. Pensou?

Vamos agora ampliar essa lista.

Imagine esses dispositivos conectados via internet com carros, geladeiras, micro-ondas, trens, aviões, entre outros milhares de artefatos.

Tal rede utiliza inúmeros recursos tecnológicos como sensores e aparelhos de radiofrequência para que a conexão seja realizada.

Em síntese, o que descrevemos acima é a prática da Internet das Coisas: promover a conexão via internet de “coisas”. Ou seja, a união via internet de tudo que é passível de conexão.

Pessoas + objetos

Na lista poderíamos incluir até mesmo roupas acessórios corporais como óculos, relógios, pulseiras, etc.

Atualmente, os desenvolvedores de IoT buscam possibilitar conexão no maior número de objetos.

Em seus projetos, eles carregam o desafio de promover essas conexões sem prejudicar o uso dos objetos.

Entretanto, o mais interessante não é somente conectar objetos à internet. A principal potencialidade da Internet das Coisas está em realizar a comunicação entre os objetos e pessoas.

Esse conceito, de natureza prática pode ser entendida também como transmissão de dados e informações.

Assim, via internet, as “coisas” (artefatos, dispositivos, ferramentas) trocam sinais entre si. Posto de outro modo, os objetos móveis e fixos ganham autonomia para interagir uns com os outros.

Imagine que no final do expediente de trabalho a geladeira alertou seu celular sobre os alimentados que faltam na casa. E que, no caminho, seu carro carregou informações sobre promoções do mercado mais próximo.

Em outra situação seu computador enviou, de casa para seu trabalho, os documentos que seus parceiros de negócio gostariam de ver.

É assim que funciona a Internet das Coisas, com os objetos conectados à internet oferecendo praticidade e agilidade ao dia a dia.

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Transformação digital: o futuro é hoje

Um dos maiores exemplos de transformação digital nos últimos anos é o aumento do uso de Internet das Coisas nas residências e nas relações de trabalho.

Atualmente, cresce o número de empresas e organizações não empresariais que trabalham diretamente com IoT.

Na parte educacional e de formação tecnológica, o número de instituições com cursos que envolvem IoT também é expressivo.

Na realidade, esse é só o começo de uma ampla mudança que ocorrerá no mercado e na sociedade com a IoT.

Outras duas tecnologias vêm potencializando o crescimento da IoT no Brasil, bem como em outras localidades do mundo.

A inteligência artificial está garantindo mais autonomia e aprendizado para os objetos conectados à internet. O blockchain promove mais segurança, para que os objetos conectados às redes não seja hackeados.

Aliadas com a IoT, essas tecnologias estão fazendo uma revolução no mercado. Mas não para nesse nível, uma vez que o crescimento é exponencial e às vezes imprevisível.

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Big Data

Por sua vez, um fenômeno de matriz tecnológica é o grande impulsionador da Internet das Coisas, o Big Data.

Quando se fala em objetos fixos e móveis conectados à internet devem pensar primeiramente em dados.

Esses objetos criam dados, uma vez que transmitem informações uns para os outros.

Com isso, quanto mais objetos conectados, maior será o número de dados produzidos e extraídos para uso.

Em consequência, o acúmulo, análise e uso de big data será mais significado, sobretudo para as empresas.

As organizações empresariais detêm a produção mais expressiva de dados com IoT.

Por contarem com uma grande quantidade de objetos passíveis de conexão, ou já conectados.

Nas relações de empresas que utilizam Internet das Coisas, esse fenômeno é ainda mais relevante.

Além disso, com dados e informações em mãos, as empresas erram menos, produzem mais e conquistam mais clientes.

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