Design e emoção gerando comunicação com propósito

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Criar conteúdo que gere valor para as pessoas e compartilhar conhecimentos são os principais objetivos do projeto Dito Efeito/Pacto Alegre. A série Design e Marketing, com o episódio “Abordagens de Design e Emoção para Negócios”, discutiu as bases da experiência emocional dos consumidores com produtos e serviços.

Com a curadoria do engenheiro Gustavo Borba (especialista em design estratégico e embaixador do TEDx no Brasil) e participação de Daniela Nunes (Purpous), Leandro Tonetto (Zooma) e Rodrigo dos Santos (Royal-e), o evento, que aconteceu na manhã do dia 16 de maio de 2019 na uMov.me Arena, reuniu uma plateia plural para discutir o assunto e buscar ressignificação para suas áreas através de diferentes olhares que se complementam.

Design e emoção: inovação com propósito na nova sociedade de consumo

Design e Emoção Daniela Nunes

Daniela L. Nunes, fundadora da Purpous.

O encontro iniciou com a fala da arquiteta e especialista em branding e design, Daniela Nunes, que destacou uma tríade para discussão: marcas, pessoas e emoções para que a sociedade de consumo possa chegar à inovação com propósito. E o fio condutor dessa reflexão tem início na revolução industrial e na evolução da sociedade até chegarmos ao modelo atual pautado na cultura do consumo.

Atualmente, temos um modelo econômico baseado em extrair, transformar e descartar, que está levando o planeta ao seu limite físico. A partir desse ponto, Daniela propõe lançarmos um novo olhar sobre aquilo que estamos colocamos no mundo e traz o questionamento: “mas o que tudo isso tem a ver com marca?”. Para ela, as pessoas estão entendendo melhor o mercado e exigindo melhores posicionamentos das marcas que consomem. Tudo isso foi possibilitado pela conexão cada vez maior que gera cada vez mais conhecimento e troca de informações. 

Em uma recente pesquisa foi constatado que 87% das pessoas desejam mais significado dos seus relacionamentos com as marcas. Ou seja, as pessoas percebem que não devem mais comprar de qualquer jeito e é obrigação das marcas olharem cada vez mais para o seu processo. Em um trecho da sua fala, Daniela destaca o que é preciso fazer e onde estão as oportunidades para as empresas se reinventarem. Acompanhe:

E por onde começar? 

Quais os primeiros passos a serem dados dentro das organizações? A painelista destaca quatro pontos principais:

  1. Refletir sobre o papel de cada organização;
  2. Esclarecimento de direcionadores claros;
  3. Criação de culturas internas fortes;
  4. Visão multistakeholder.

Ao final, Daniela traz a necessidade de criar um propósito transformador; trabalhar com a liderança de forma clara e voltada ao propósito; criar uma cultura forte que permeia as pessoas para criar uma marca forte. Dessa forma será possível criar conexão com as pessoas.

Emoções e marcas: aspectos que se interligam

Design e Emoção Leandro Tonetto

Leandro M. Tonetto, sócio-fundador da Zooma.

A segunda etapa do evento contou com a participação do psicólogo e professor da Unisinos, Leandro Tonetto. Para Leandro, que dirige uma empresa onde são feitos estudos de experiência e comportamento do consumidor, o problema central de quando se fala em design e emoção é que não sabemos definir e lidar com as nossas emoções. 

Para entender a emoção precisamos saber como as pessoas pensam, “a emoção pode ser entendida como o resultado da forma como avaliamos produtos, serviços e ambientes”. E, nesse sentido, temos a comprovação através das novas gerações, que só consomem aquelas marcas que tenham ligação com os seus propósitos. Bem diferente de gerações mais antigas, que consumiam marcas, muitas vezes, apenas pelo “status”.

“Emoções ocorrem a partir dos gatilhos que são acionados em nossas mentes”. São as chamadas “experiências emocionais”, que nos acompanham ao longo de todo o dia. O mercado, as empresas e os profissionais estão a cada dia mais interessados e ligados a este assunto, visto que as diferentes emoções que sentimos ao longo do dia são “startadas” por diferentes produtos e serviços. Muitas vezes, produtos e serviços fazem com que as nossas emoções se modifiquem. E como será essa experiência? Qual significado ela terá para mim? Qual visão terei daquela empresa/produto/serviço? Essas são perguntas extremamente relevantes quando pensamos nas marcas e na sobrevivência delas no mercado.

Ao final da sua exposição, Leandro apresentou como é o processo de pesquisa acerca das experiências e comportamento do consumidor. Confira no vídeo abaixo.

Consumidor e empresas – uma nova relação dentro do design emocional

Design e Emoção Rodrigo dos Santos

Rodrigo dos Santos, fundador da Royal-e.

Analisando a relação consumidor/empresa e como a experiência emocional reflete na cultura de marca da empresa e do produto, tivemos a presença de Rodrigo dos Santos, gerente de Processos do Sicredi, administrador e especialista em Design Emocional.

Rodrigo iniciou sua fala destacando como o design emocional pode fazer com que empresas e consumidores fiquem satisfeitos com a relação estabelecida. Afinal de contas, estamos em um mundo de negócios e essa relação precisa ser saudável e benéfica para ambos. 

Sob a ótica do consumidor, o design emocional gera o gatilho que, por sua vez, gera o desejo e o apego. Considerando esse viés, o design emocional gera consumidores apegados e que não se desfazem, por exemplo, de um carro. Pessoas que farão todo o possível para ter um determinado modelo, a partir do momento em que os atributos passaram a fazer sentido.

Já quando falamos em serviços, uma pesquisa recente apontou que as pessoas possuem, em média, 83 aplicativos instalados no celular, utilizando aproximadamente 12 deles. E, além disso, verificou-se que elas passam 200 minutos por dia no celular. A partir dessa constatação, Rodrigo analisou a satisfação dos consumidores diante dos aplicativos que utilizavam. Em especial, aplicativos de gestão financeira.

 

A pergunta central 

A pergunta central deste estudo foi: será que as pessoas gostam de utilizar estes aplicativos? Qual a emoção manifestada durante essa utilização? A partir dos dados levantados, Rodrigo destacou três sentimentos decorrentes dessa relação:

  1. Orgulho: por usar um aplicativo descolado, de uma instituição financeira que o consumidor acha interessante e pela qual existe uma identificação com a marca;
  2. Tristeza: em função do aplicativo não solucionar o que o consumidor necessita e travar ou falhar;
  3. Alegria: por poder resolver todos os problemas. Ou seja, ter uma instituição financeira que atende efetivamente.

Rodrigo foi mais a fundo para entender ainda se as pessoas gostavam de usar o aplicativo sob a perspectiva de confiança. Quais seriam os gatilhos emocionais para a manifestação do sentimento confiança. E o resultado foi bastante interessante. Os pesquisados apontaram a segurança nas transações quanto mais confirmações de identidade eram feitas durante o processo, não importando se isso seria usável sob o aspecto de tecnologia. Outro aspecto interessante descoberto foi que, sob a ótica do relacionamento, as pessoas “digitais” são também “presenciais”. Ou seja, para muitos pesquisados nem toda a tecnologia invalida a necessidade do contato físico com o gerente do banco.

Então, como as empresas podem fazer para que as pessoas se conectem emocionalmente com o seu produto/marca? A primeira resposta é: tendo um TIME conectado entre si e com o propósito da marca. Essa foi uma das conclusões tiradas.

Painel: Abordagens de Design e Emoção para Negócios

A partir do painel de perguntas, o encontro foi enriquecido com reflexões entre os convidados e os participantes. Confira:

Dito Efeito, valorizando o conhecimento cocriado

Transformação digital e humana. Este é o propósito do Dito Efeito – uma iniciativa do Pacto Alegre e que oferece conhecimento de forma gratuita a um grande número de pessoas.

Ao longo do projeto, são dezenas de eventos que trazem à comunidade temas voltados ao desenvolvimento social, cultural e econômico do RS. Conteúdos relevantes, excelentes profissionais e um ambiente moderno são os ingredientes para esse projeto de sucesso.

Conheça mais sobre o projeto e participe dos encontros:

Faça parte da uMov.me Arena, colabore com a transformação a partir da inovação social em rede!

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