Experiência do usuário: app mobile sem manual de instruções

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Já baixou algum manual de instruções para aprender como solicitar um carro por meio de um aplicativo de transporte? Leu todas as regras e procedimentos que devem ser seguidos na hora de pedir comida pelo smartphone? Talvez não.

Praticidade é a palavra-chave quando falamos de experiência do usuário em apps mobile. No fundo, o que todos buscamos ao abrir um aplicativo é receber auxílio para solucionar algo e, de preferência, com o menor esforço possível.

Por que investir na experiência do usuário?

Com a rotina atribulada que a sociedade moderna impõe sobre quase todas as pessoas, ninguém tem mais tempo a perder tentando descobrir como um aplicativo mobile funciona. Por isso, é tão importante que a experiência oferecida ao consumidor seja prática e intuitiva. O usuário precisa conseguir o que quer com o menor número de toques possível na tela.

A boa experiência do usuário gera satisfação, fidelidade e economia. De que adianta um app mobile recheado de recursos, mas com falhas de usabilidade que dificultam ou até mesmo impedem o uso? Priorize oferecer uma agradável experiência ao usuário para garantir que ele seja fidelizado e nunca se esqueça do aplicativo.

É necessário trabalhar duro para atender às expectativas dos usuários, que estão cada vez mais acostumados com apps de altíssima qualidade, lançados por marcas que investem tempo e empenham esforços para criar, testar e otimizar seus serviços.

Dificuldades e problemas na usabilidade pioram a experiência do usuário e fazem com que, aos poucos, ele comece a evitar o app. Seja porque ele está com pressa ou porque achou uma outra solução, chegando ao momento em que a existência desse aplicativo é esquecida pelo simples fato de seu uso não ser intuitivo, um fenômeno conhecido como “app-nésia”.

O que é “appnésia” e como ela afeta usuários corporativos?

De acordo com uma pesquisa divulgada pela gigante da tecnologia Google, a cada cinco aplicativos de consumo instalados nos celulares, um passa a não ser mais utilizado pelo usuário e acaba sendo esquecido. É a “appnésia”.

Ao todo, foram ouvidos 1.200 consumidores de aplicativos que abrangem três categorias —  vendas, gastronomia e viagens e turismo. Contudo, a pesquisa também traz informações otimistas ao mostrar que esse dado está muito longe de ser uma sentença de morte ao mercado de aplicativos.

Apps corporativo, por serem muitas vezes de uso obrigatório para os colaboradores, não podem simplesmente ser “esquecidos”. Contudo, se não oferecerem uma boa experiência de usabilidade, a tendência é que tenham seu uso evitado pelos funcionários. O app precisa ser uma ferramenta que auxilie a equipe no desenvolvimento do seu trabalho — não uma fonte de frustração e um empecilho a mais nas suas rotinas.

Se a ferramenta não oferece uma boa usabilidade, os funcionários continuarão a desempenhar o trabalho por meio dos processos anteriores, que eles já conhecem e acham mais prático de usar, e depois terão de validar todo o processo no aplicativo. Isso gera uma cenário de retrabalho que é inaceitável em empresas que desejam se tornar mais ágeis e eficazes.

Oferecer uma intuitiva experiência do usuário é todo o diferencial que seu app mobile corporativo precisa para ser, de fato, usado e ser enxergado como útil para a equipe. Quanto mais prático e simples um aplicativo for, melhores são as chances de o consumidor voltar a usá-lo em curto prazo.

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