Entenda por quais razões a UX vai além de um visual bonito

ux designSe você já ouviu falar em UX, pode ter ficado com a impressão de que ela é apenas um layout bem feito para o aplicativo. Esse engano é comum, em especial para quem só conhece esses conceitos superficialmente.

experiência do usuário é um fator competitivo e deve ser tratada com seriedade. Isso vale tanto para os app voltados aos clientes quanto para o público interno, já que a equipe de trabalho ganha moral e engajamento com  os aplicativos corporativos.

Foi pela UX que empresas como o Google e a Apple fizeram fortunas e se tornaram as mais amadas do mundo, mesmo entre pessoas que não são ligadas em tecnologia. O que eles entenderam antes de todo mundo?

UX além da beleza

A UX, do inglês user experience, pode ser entendida como resultado do processo (digital ou físico) de criação de produtos úteis e agradáveis de manusear. Em resumo, é a busca por melhorar a experiência que as pessoas têm ao interagir com seu produto e garantir que eles encontrem valor no que você está fornecendo.

Entendendo melhor a diferença entre UX e UI, fica mais fácil perceber que o foco da experiência do usuário é a organização e construção de aplicativos que tenham um fluxo de uso intuitivo.

Logo, um projeto de UX começa na análise e avaliação dos processos da empresa. Não tem como criar uma interface de interação prática quando a estrutura do serviço é confusa e desorganizada.

É essencial que essa análise da estrutura empresarial seja realizada antes do desenvolvimento do aplicativo. Isso porque os rumos do projeto podem mudar completamente de acordo com o diagnóstico nesta etapa.

5 dicas para cativar usuários com UX

Se você deseja melhorar a experiência dos seus usuários, pode analisar alguns itens que beneficiam diretamente o processo de interação com um aplicativo.

1. Cuidado com a linguagem

Um ponto importante na análise da UX é o vocabulário. Ele deve estar de acordo com o repertório do público-alvo. Expressões muito técnicas, por exemplo, podem dificultar o entendimento da interface.

2. Poucas opções apresentadas por tela

A memória humana tem uma capacidade limitada, o que torna difícil assimilar muitas opções de escolha em um curto período de tempo. Quando falamos de aplicativos, o tempo que o usuário está disposto a gastar com cada decisão costuma ser bem baixo.

Uma opção para um app de e-commerce, por exemplo, é trabalhar com categorias. Assim, o cliente escolhe primeiro entre móveis para sala, quarto ou cozinha para depois encontrar os modelos de cama.

Logo, qualquer empecilho que torne a experiência mais demorada e confusa pode levar o cliente do seu aplicativo a abandonar o uso.

3. Opção de atalhos

Todo mundo gosta de ter opções para fazer as coisas com mais agilidade. Adicionar mais opções e criar alguns atalhos pode facilitar esse processo. Os botões “mostrar mais” ou “ocultar”, por exemplo, dão mais liberdade ao usuário para selecionar quanto conteúdo querer interagir a cada passo.

4. Consistência

É importante que toda a estrutura do aplicativo siga a mesma lógica. Isso vale tanto para o visual quanto para a organização do conteúdo. Assim, o cliente precisa entender uma única vez como o seu aplicativo funciona.

5. Testes frequentes

Por fim, a avaliação constante das funcionalidades garante a boa qualidade da UX. É esse controle que irá permitir a rápida identificação de falhas no projeto e correção dos problemas.

No atual cenário, nenhum usuário está disposto a desperdiçar tempo e energia em aplicativos confusos. Se você quer fugir dos riscos da “appnésia”, vale a pena investir em um bom projeto de design UX.

Aproveite a leitura e confira também outro artigo sobre UX: app mobile sem manual de instruções e Você sabe mesmo o que é UX/UI?

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